FACULDADE METROPOLITANA DA GRANDE FORTALEZA

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sexta-feira, 2 de maio de 2014

A Coca-cola contém alcalóides da folha de coca.

Certamente todo mundo conhece alguém literalmente viciado em Coca-Cola, o que com certeza contribui para seu sucesso, a Coca-Cola é empresa que mais gasta em publicidade no mundo, foi quem inventou o Papai Noel e esta presente em praticamente todos os filmes.
Essa preocupação se justifica, pelo fato de utilizar em sua fórmula um produto ILEGAL E PROIBIDO, o mesmo em que se extrai a cocaína que é a folha de coca.
ATUALMENTE, A COCA-COLA É A ÚNICA EMPRESA AUTORIZADA A COMPRAR AO PERÚ E À BOLÍVIA TONELADAS DE FOLHAS DE COCA. Ou seja, proíbe-se a exportação da coca a todos os países exceto a uma empresa que fatura milhões e fabrica um refrigerante que é tudo menos saudável. A Bolívia e o Perú não podem vender as folhas de coca, somente a Coca-Cola a pode exportar!
Laudo numero 2470-2005
Cópia do laudo técnico feito pela Polícia Federal (formato Pdf, 13 páginas)
Na foto um outdoor feito pela Dolly, que quase foi a falência por praticas sujas e desleais, promovida pela Coca-Cola.
coca-cola_folhas_coca.gif
A folha de coca contém 14 alcalóides estimulantes, sendo o principal a cocaína, apesar da sua ínfima proporção. quando consumimos as folhas de coca de fato consumimos uma percentagem mínima e insignificante de cocaína.
São necessários 41 produtos químicos para poder extrair a cocaína das folhas de coca e requerem-se 110 quilos de folhas para produzir 600 gramas de cocaína pura.
Em 1885 Johm S.Pemberton inventou uma bebida formada com vinho contendo extrato de coca e chamou de “french wine cola” logo mais tarde mudou o nome para Coca-Cola.
A formula foi aperfeiçoada, ate chegar na atual, e como muitos pensam não tem nada de secreta, a fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola. e é proposital exatamente para evitar processo judicial. não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola.
Na formula contem ácido fosfórico, o que é proibido em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão de utilizar.
O extrato da coca não muda nada o sabor, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo), se tirar você nem nota diferença no gosto, esta presente, justamente pelos efeitos estimulantes e no caso da coca VICIANTE também.
Então como uma empresa consegue viver com tantas irregularidades e ilegalidade, simplesmente gastando fortuna com publicidade e comprando políticos e autoridade.
O lucro proporcionado pela coca-coca ao engarrafadores é exorbitante, que vão apenas misturar o extrato que vem da sede em Atlanta nos EUA, a água com açúcar, isso mesmo, 86% da coca-cola é água com açúcar.
O negocio que movimenta bilhões de dólares, agora se faz mal, bem o lucro acima de tudo, as guerras são o negócio que mais dão lucro. A maior empresa do mundo 100 vezes maior que Microsoft, Wall-Mart, GM ou Coca-Cola Company juntas é simplesmente o EXERCITO DOS EUA.
Beba Coca-Cola, coma no McDonald’s, use as roupas igual da novela, deixe a mídia dizer o que bom pra você, eleja sempre os mesmos políticos corruptos. Enfim faça tudo que “esteja na moda” afinal pra que ter personalidade e opinião, já que existe profissionais muito bem pagos que fazem isso por você.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

ALCALÓIDES PIRROLIZIDÍNICOS

1. Descrição da doença -  a intoxicação por alcalóides pirrolizidínicos é causada pelo consumo de determinadas plantas que produzem essas substâncias tóxicas em seu processo de biosíntese. Muitos dos casos, devido à toxicidade dos alcalóides, apresentam danos moderados a severos no fígado. Sintomas gastrointestinais são normalmente os primeiros sinais da intoxicação, e consistem predominantemente de dor abdominal com vômito e desenvolvimento de ascite. A morte pode ocorrer de duas semanas até mais de dois anos após o envenenamento, mas os pacientes podem recuperar-se completamente se o alcalóide que penetrou no organismo, não foi de maneira contínua e os danos no fígado não foram tão severos.

2. Nome da toxina – alcalóide pirrolizidínico, substância química não atropínica,  produzida por determinadas plantas venenosas.

3. Curso da doença e complicações - após a ingestão do alcalóide, e por um tempo significativo, pode não haver evidência de toxicidade. A doença aguda pode ser comparada à Síndrome de Budd – Chiari (trombose de veias hepáticas, deixando o fígado aumentado, hipertensão portal e ascite). Sintomas clínicos incluem náusea e dor aguda epigástrica, distensão abdominal aguda com dilatação proeminente de veias na parede abdominal e evidente disfunção da bioquímica hepática. Febre e icterícia podem estar presentes. Em alguns casos os pulmões podem ser afetados; edema pulmonar e derrames pleurais podem ser observados. O dano pulmonar pode ser fatal. A doença crônica por ingestão de pequenas porções por longos períodos pode causar fibrose no fígado e evoluir para cirrose, a qual é indistingüível das cirroses por outras etiologias.

4. Diagnóstico da doença - diagnóstico clínico, testes bioquímicos do fígado e história de ingestão. Danos no fígado pela ingestão dessas plantas podem ser confundidos como devido à doenças como hepatites, câncer e outras que provocam cirrose.

5. Ocorrência – há no mundo, um número considerável de casos bem documentados de envenenamento por essas substâncias. Muitos resultam de preparações medicinais de remédios caseiros. Entretanto, intoxicações em animais costumam ocorrer em regiões de seca prolongada, e onde as plantas que contêm esses alcalóides são mais comuns. O leite dos animais, nessas regiões, pode estar contaminado com alcalóides, bem como, o mel de abelhas que polinizam plantas tóxicas também pode conter tais substâncias. Surtos envolvendo grandes grupos de pessoas foram registrados em alguns países onde os cereais utilizados como alimento foram contaminados por alcalóides. As intoxicações relatadas envolvem também o consumo de preparações de chás ou medicamentos caseiros com ervas e os danos no fígado permanecem, em alguns casos, após cessada a ingestão, por mais 20 anos.

6. Susceptibilidade - todos os seres humanos são susceptíveis à hepatotoxicidade desses alcalóides. Os remédios caseiros e o consumo de chás feitos com ervas em larga escala podem ser um fator de risco e são a maior causa de envenenamento por alcalóides nos EUA. Não há dados sistematizados sobre essas intoxicações por consumo rotineiro de plantas com alcalóides pirrolizidínicos no Brasil, ainda que se saiba que as plantas venenosas, em geral, sejam importantes causas de intoxicações acidentais, principalmente em crianças.

7. Alimentos associados – as plantas mais freqüentemente implicadas nos envenenamentos são membros da família das Boragináceas, Compositae e Leguminosae. Um estudo no Brasil constituiu-se em alerta para o uso cada vez maior e perigoso desses tipos de plantas como fitoterápicos comerciais ou remédios caseiros para todo o tipo de males como úlceras gástricas, complicações renais, dores, etc., além de utilizações em cosméticos, sabonetes, shampoos, desodorantes, etc.. Espécies do gênero Senecio braziliensis (popular maria-mole ou flor das almas), do gênero Elpatorium laevigatum (mata-pasto), Heliotropium índicum (crista de galo), Heliotropium transalpinum (bico de corvo) e o Shymsitum oficinalis (confrei) são, entre outras plantas, utilizadas não apenas como chás ou medicamentos caseiros, mas em saladas, em algumas regiões do país. É freqüente o consumo de plantas com estas substâncias alcalóides, tais como a piperazina,  como medicamento, ou como alimento. Essas plantas têm sido consumidas como alimento, com propósito medicamentoso ou ainda como contaminantes de outras safras de agricultura. Safras de cereais ou forrageiras são algumas vezes contaminadas por pirrolizidina, devido à algumas ervas daninhas ou pelos alcalóides encontrados no trigo ou outros alimentos, incluído o leite de vacas que se alimentaram destas plantas. Algumas plantas como as das famílias das Boragináceas, Compositae e determinadas leguminosas contêm mais de 100 tipos de hepatotoxinas devido a pirrolizidina.

8. Análises dos Alimentos – os alcalóides podem ser identificados através da cromatografia e espectrofotometria.

9. Medidas de prevenção – notificação dos casos envolvidos em surtos por alimentos contaminados (Disque CVE - 0800 55 54 66) e educação da população sobre plantas venenosas. Casos individuais podem ser notificados para os CEATOX, existentes em diversas regiões do estado de São Paulo. Em São Paulo, o CEATOX HC/FMUSP pode ser acessado pelo tel. 3069-8571 ou pelo e-mail: ceatox@icr.hcnet.usp.br

10. Bibliografia consultada ou links para saber mais sobre a doença

1.      FDA/CFSAN Bad Bug Book – Pyrrolizidine Alkaloids.  Disponível na URL:  http://www.cfsan.fda.gov/~mow/chap42.html


2. Jornal da Unicamp. Campinas, Jun 2001, Ano XV, No. 163 - comenta a tese de Mendonça, CJS. Alcalóides pirrolizidínicos em plantas brasileiras de interesse alimentar e medinal: identificação e toxicologia, apresentada à UNICAMP (Tese de doutorado), 2001. URL: http://www..unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/jum2001/unihoje_ju163pag04.html

3. CDC/ MMWR - o CDC conta com uma lista de morbidade e mortalidade de casos registrados que podem ser encontrados através do seu sistema de busca (search).

4. NIH/ Pub Med - o NIH/ Pub Med, no topo da página, permite acessar artigos sobre a toxina no banco de dados da MEDLINE.


Texto organizado por Maria Lúcia Vieira da Silva César, estagiária SES/FUNDAP, do Programa de Aprimoramento Profissional em Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos, da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES-SP, ano 2003, em outubro de 2003.

Postado por: HERBETE VITOR

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Exemplos de alcaloides

      Os alcaloides formam um grupo muito vasto de metabolitos que podem ocorrer tanto em microrganismos como em plantas e ainda em animais, apesar de nestes últimos ocorrerem com muito menor frequência.
      Distribuem-se por toda a planta, acumulando-se nos tecidos vivos de crescimento ativo, células epidérmicas e hipodérmicas, bainhas vasculares e vasos lactíferos.


  • Alcaloide: Antropina
    Nome cientifico: Antropa belladona
    Nome vulgar: Beladona / erva-moura mortal
    Parte da planta: raiz
    Atividade farmacologia: Anticolinérgico
  • Alcaloide: Emetina
    Nome cientifico: Cephaelis ipecacuanha
    Nome vulgar: Ipeca
    Parte da planta: raiz
    Atividade farmacologia: emético

 
     Fonte: http://pt.slideshare.net/MariaLuiza17/13-alcaloides

     Postado por: Jéssica Lima

Alcalóides Tropânicos

Os alcalóides tropânicos são agentes anticolinérgicos. Inibem a ação da acetilcolina em efetores autônomos, inervados pelos nervos pós-ganglionares colinérgicos, bem como na musculatura, que é desprovida de inervação colinérgica. Pequenas doses destes agentes deprimem as secreções salivares e brônquicas e a sudorese. Com doses maiores, a pupila dilata, a capacidade de acomodação do olho é inibida e os efeitos vagais sobre o coração são bloqueados, o que ocasiona o aumento da freqüência cardíaca. Aumentando-se ainda mais a dose, ocorre a inibição do controle do sistema parassimpático sobre a bexiga urinária e sobre o sistema gastrintestinal, dificultando a micção e diminuindo a motilidade intestinal (Gilman et al., 1980).
Os alcalóides atropina, hiosciamina e hioscina ou escopolamina são comumente isolados de muitos membros de Solanaceae, como a espécie Atropa belladonna L. e vários componentes do gênero Datura. Estes fármacos apresentam ação alucinógena, com numerosas aplicações terapêuticas. Entre estas, citam-se a ação midriática, anti-espasmódica e anti-secretória. As ações da atropina e da escopolamina diferem quantitativamente. A escopolamina tem ação mais potente sobre a íris e em certas glândulas secretoras (salivares, brônquicas e sudoríparas); enquanto a atropina é mais ativa no coração, nos intestinos e nos músculos bronquiolares, além de ter ação mais prolongada. Doses tóxicas de atropina causam inquietação, irritabilidade, desorientação, alucinações e/ou delírios. Altas doses de atropina levam à depressão, coma e paralisia medular, esta última causando a morte. A fisiostigmina é um alcalóide indólico capaz de reverter a depressão induzida pela atropina no hipotálamo (Gilman et al., 1980).
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Referências Bibliográficas

POSTAGENS: ALEX SANDERSON BRAGA CASTELO

segunda-feira, 21 de abril de 2014

OXI A TERRÍVEL DROGA DERIVADA DA COCAÍNA.

      O óxi ou oxidado é uma droga que inicialmente era produzida e consumida na Bolívia e no Peru. No ano de 2005, segundo registros, ela chegou ao Brasil, no estado do Acre, por meio de suas fronteiras. No entanto, há especulações de que ela é usada nesse Estado desde a década de 1980. Hoje essa droga já se espalhou por diversos estados brasileiros como Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia e São Paulo.
         A primeira apreensão desta droga em São Paulo foi em março de 2011. Houve também apreensões e registros de usuários em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Piauí. Há também rumores de que o óxi esteja em circulação no Mato Grosso, Maranhão e Paraná, no entanto, não há registros oficiais.

Composição:

         O óxi é inicialmente feito a partir da pasta base das folhas da cocaína, que normalmente são conseguidas nos países andinos (Bolívia, Peru, Colômbia e Equador). Esta pasta base é misturada com combustíveis tóxicos e corrosivos, como querosene, ácido sulfúrico (água de bateria de carros) e gasolina; também com cal virgem e até cimento.
           O crack também utiliza a pasta base da folha da coca, no entanto, ela é queimada e triturada com bicarbonato de sódio e amoníaco ou éter, que também são nocivos à saúde, mas que são mais caros e menos tóxicos, letais e danosos ao organismo que os componentes do óxi citados anteriormente. Esta preparação mais bruta e mais barata da cocaína é que a torna bem mais devastadora que o crack.
Composição da droga óxi

Sintomas:

          A sensação de euforia causada por esta droga é bastante passageira, durando cerca de 10 minutos apenas. O que faz o usuário usá-la ainda mais e ter efeitos nocivos ao organismo mais rapidamente. Ela chega ao cérebro entre 7 a 9 segundos e causa, além da euforia, depressão, paranoia e medo, pois o metabolismo da pessoa é acelerado.

Efeitos Nocivos:

            Por conter componentes tão tóxicos, como o ácido sulfúrico, esta droga queima tudo por onde passa, incluindo boca, garganta, brônquio, pulmões e sistema cardiorrespiratório; por isso há dificuldades na respiração, fibroses e endurecimento do pulmão.
              O querosene queimado ao se fumar o óxi provoca náuseas, vômitos, tosse, sensação de sufocamento, tremores e até convulsões.
 Os vapores de cal usados na composição do óxi causam irritação aos olhos, perda parcial da visão e, por fim, cegueira.
            Outro efeito bastante grave, que os médicos afirmam que ocorre, é a perda da consciência, o que ocasiona uma parada cardíaca e o coma.
             Esta droga é tão nociva que segundo estudos feitos no Acre, 30% dos usuários morreram após um ano de uso, em razão de seus efeitos. No estado do Piauí foram confirmadas 18 mortes só neste ano por conta do uso do óxi.  Entretanto, muitos usuários padecem de outras doenças como AIDS, tuberculose e assim por diante; nestes casos, os malefícios e o índice de morte são piores.
             Além disso, muitos utilizam de álcool intercalado com esta droga para evitar os efeitos de sua abstinência; assim, o fígado é atacado, a pessoa fica com aparência amarelada e é produzida no organismo uma substância chamada cocaetileno (produzida a partir da reação do álcool com a cocaína). Este composto pode provocar esteatose hepática (gordura no fígado), cirrose e é uma substância tóxica para o miocárdio, o que pode também provocar morte súbita.

Considerações Finais:

           É hora de todos nós - professores, alunos, governantes e a sociedade em geral – tomarmos iniciativas de conscientização, prevenção e medidas médicas contra esta droga. Tudo começa por meio da informação e, em seguida, ação. Se não for tomada uma atitude essa droga representará o fim de muitas famílias e vidas.

Postado por Herbete Vitor

Jennifer Fogaça
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Química da Cafeína

A cafeína é um alcaloide, mais especificamente do grupo das xantinas, e é encontrada principalmente no café, no chá-preto, na erva-mate, em refrigerante de cola e no chocolate.

Estrutura da cafeína sobre grãos de café
Estrutura da cafeína sobre grãos de café

cafeína é um composto orgânico da família dosalcaloides. Os alcaloides, por sua vez, são aminas cíclicas que apresentam anéis heterocíclicos contendo nitrogênio. Além de ser um alcaloide, a cafeína é umaamida (substância que apresenta o nitrogênio ligado a um grupo carbonila). Observe a seguir a estrutura química da cafeína, cuja nomenclatura oficial é 1,3,7-trimetil-3,7-dihi­dro-1H-purina-2,6-diona:
Estrutura química da cafeína
Veja que o grupo carbonila está em vermelho, mostrando que dois nitrogênios da fórmula da cafeína estão ligados a esse grupo, fazendo dela uma amida. Além disso, por conter nitrogênios em um ciclo, ela também é um alcaloide. Os alcaloides são assim chamados porque possuem propriedades básicas ou alcalinas (seu nome significa “semelhante aos álcalis”), assim a cafeína também é básica.
As principais fontes de obtenção da cafeína são a semente do café(Coffea arabica) e a folha de chá-preto (Camellia sinensis). A erva-mate (Ilex paraguariensis) e o guaraná (Paullinia cupana) também contêm cafeína, mas a sua extração ainda não é realizada nesses materiais. Além disso, pode ser encontrada no chocolate, em refrigerantes à base de cola (está presente na noz-de-cola, se­mente das árvores do gênero Cola sp., nativas das florestas da África Ocidental) e em vários produtos alimentícios, farmacêuticos e cosméticos. Como exemplos desses três últimos, podemos citarenergéticos, com­primidos para gripe ecreme anticelulite, respectivamente.
Alimentos e bebidas que são as principais fontes de cafeína
Ela pertence a uma classe de compostos chamada xantina, ou mais especificamente metil-xantinas, um dos estimulantes conhecidos há mais tempo; sendo que a cafeína é um dos mais potentes dessa classe.
A cafeína é estimulante do sistema nervoso central e, assim como todo alcaloide, causa dependência química, ou seja, vicia. Com as informações dadas acima, observa-se que muitas vezes as pessoas tomam café para que a cafeína atue como estimulante e elas permaneçam acordadas por mais tempo. No entanto, seu efeito, para essa finalidade, é muito passageiro, assim a pessoa aumenta as doses de café. Como a cafeína leva ao vício, a pessoa ingere cada vez mais essa substância. O consumo excessivo de cafeína pode levar até mesmo à morte, pois pode causar irritabilidade, insônia, diarreia (pois ela atua também como um diurético) e palpitações no coração. A dose letal para uma pessoa adulta de 70 kg é de 10 g (isto é o que contém 100 xícaras de café, 200 latas de refrigerante de cola e 50 kg de chocolate).
O vício em café pode levar até à morte
Depois de apenas cinco minutos do seu consumo, a cafeína é encontrada em todo o corpo e seus principais efeitos imediatos são o aumento do metabolismo, da concentração e da energia, relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, do trato biliar, do trato gastrintestinal e de partes do sistema vascular. Ela permanece no corpo por cerca de 3 a 6 horas, sendo metabolizada pelo fígado.

terça-feira, 15 de abril de 2014

alcaloide (esporão-do-centeio)

ALCALOIDE (ESPORÃO-DO-CENTEIO)
  
    O centeio é um cereal que cresce bem em solos pobres e climas frios. Trata-se de umagramínea semelhante ao trigo, que produz sementes comestíveis. Os maiores produtores de centeio são a Polônia, a Rússia e a Alemanha. O nome científico do centeio éSecale cereale.
   
Às vezes, um fungo venenoso e rico em alcaloides, chamado esporão-do-centeio, ataca as plantações. Ele forma massas duras e pretas, parecidas com grãos, nas plantas. Se uma pessoa ou um animal comerem centeio com o esporão podem adoecer e até morrer. A intoxicação pelo esporão pode causar alucinações (ver coisas que não estão presentes), vômitos e calafrios, além de danos a órgãos do corpo.
REGILANE SILVA DO NASCIMENTO